2022 Será a alavanca para que a pgl consolide a sua posição

Já conta com armazéns em Braga, Maia, Coimbra e Matosinhos e no mapa de expansão segue-se Lisboa, já no início de 2022. Falamos da PantojaGrupoLogístico, que tem as suas origens em Espanha, mas que está a apostar fortemente no mercado português.
No horizonte está o crescimento da operação com IKEA, bem como no outsourcing logístico na Península.

 

O diretor comercial da empresa em Portugal, Celso Olivera, lembra que “em 2010, com a entrada da IKEA no mercado portugués, a Pantoja Grupo Logístico (PGL) iniciou a sua atividade como prestadora de serviços de transporte e montagem de móveis. Hoje, estamos empenhados em responder a um mercado cada vez mais competitivo e exigente, onde os clientes procuram um serviço completo e eficiente que vá ao entorno das suas necessidades logísticas, onde se inclui o armazenamento e transporte, mas também a distribuição e montagem”

Estas necessidades acompanham uma dinâmica de mercado cada vez mais exigente na escolha de um novo parceiro logístico de transporte, onde a adaptabilidade das novas tecnologias de informação deve fazer parte do día-a-día, nas formas de comunicar com o cliente, “mas também potenciar os nossos serviços  e atrair novos negócios para a PGL, quer estejamos a faltar de pequenos formatos que de grandes produtos. No fundo, sermos um parceiro logístico, de distribuição e transporte, com forte presença no mercado em todo o território.

Cobertura de 50% de território

Segundo o nosso interlocutor, até agora as maiores dificuldades encontradas derivam da existência de diversos players no mercado nacional, em muitos casos pequenas empresas com preços desfasados da realidade do mercado. Por isso, estão apostados em “criar estratégias de potenciação de vendas e “criar condições para que os clientes se sintam seguros e confiantes para apostar nos nossos serviços” sublinha Celso Olivera.

Sobre os investimentos, o responsável comercial lembra a abertura do armazém em Coimbra no final de 2021, que reforçou a abrangência da Pantoja que “já cobre mais de 50% do território nacional”. E já no início de 2022 segue-se a abertura do armazém da PGL em Lisboa.

No ADN da empresa está a convicção de que são muito mais do que armazéns e metros quadrados e, por isso, Celso Oliveira vê em João  Arnaldo, chefe de operações e logística, um aliado precioso para em conjunto agregarem valor às operações e formar um grupo com mais experiência, conhecimento e capacidade de trabalho. “Estamos comprometidos com o desenvolvimento do nosso departamento de transportes, o que sem dúvida nos ajudará a ofrecer mais um serviço aos nossos clientes e é um ponto que fortalecerá a empresa no primeiro trimestre de 2022”, revela Celso Oliveira.

 

 

 

“Assumo este desafio pessoal com grande empenho, profissionalismo e um sentido de liderança”. João Arnaldo

  • Diversificar para crescer

Desde junho de 2021, que a PGL está empenhada na diversificação dos seus clientes no mercado portugués, atentos ao crescimento do comércio electrónico e também a todas as mudanças que a situação de pandemia desencadeou em Portugal e no mundo. “Desenvolvemos os nossos canais digitais, não só as redes sociais como também o site e o nosso marketplace”, explica o diretor comercial.

O propósito é disponibilizar o site do Grupo como uma ferramenta intuitiva e uma experiência única para o cliente. E o nosso interlocutor diz que “quanto ao grupo, conseguimos passar pela pandemia de forma positiva. Houve reforço de todas as equipas de trabalho, cumprimos um Plano de Contenção Covid, e isso permitiu-nos garantir o crescimento, sem pôr em causa a segurança e saúde de todos os nossos colaboradores”.

Ao contrário da realidade vivida por muitas empresas, a PGL cresceu em tempo de pandemia e a sua faturação também. “Temos metas claras e ambiciosas, com equipas de trabalho dedicadas e profissionais”, relembra o diretor comercial da divisão de logística.

“Tudo isto graças ao enorme trabalho do nosso departamento de Segurança e Qualidade, que criou todas as condições aos seus colaboradores e tornou a nossa actividade o mais estável possível, não só internamente mas também externamente, para passarmos essa confiança aos colaboradores dos nossos clientes”

Agora,  no horizonte, todos contam com a possibilidade de rapidamente voltar à normalidade.

E na agenda de 2022 há alguns tópicos importantes. “Para além do nosso compromisso de abrirmos em Lisboa no início do ano, temos a inauguração do nosso novo armazém em França, dando continuidade ao nosso crescimento com o grupo IKEA. A partir de Fevereiro de 2022, damos início à nossa atividade de Transporte de Última Milha no mercado francês. Contamos com mais de 1.500m2  no novo  centro logístico de Lezignan, o que nos permite consolidar esta aliança”, realça Celso Oliveira

E quanto a digitalização e investimentos em tecnologia? O responsável comercial da Pantoja não revela quais são, mas promete novidades já para o início do ano, fruto de desenvolvimentos do departamento de TI do grupo.

Certo e claro é que a consciência ambiental e as políticas de sustentabilidade do grupo estão entre as prioridades. “Já tem seis veículos eléctricos ao serviço, das operações dos nossos clientes, um compromisso para manter, e em 2022 utilizaremos mais veículos eléctricos para  a realização de nosso trabalho. E o grupo já investiu em estações de carregamento para as nossas vans”.

Com o objetivo inicial de reduzir em 20% as emissões  de CO2 “o processo de tornar o Grupo Logístico Pantoja uma empresa mais avalia a pegada de carbono das actividades logísticas da empresa e que vai definir as logísticas da empresa e que vai definir as directrizes que  farão parte do plano de ação. O Lean&Green é a maior plataforma de colaboração da Europa para a redução de emissões. Em Portugal é liderado pela GS1 e tem como missão promover a implementação de boas práticas logísticas através do desenvolvimento de padrões globais”, sublinha Celso.

O projecto Lean&Green está a ser implantado em 14 países e conta com a adesão de mais de 600 empresas, o que já se traduziu numa redução de 2,5 megatoneladas de co2.

Em jeito de conclusão o nosso interlocutor lembra que “o grupo tem desempenhado um papel fundamental no sector no sector da logística, com o desenvolvimento de soluções  diferenciadas que lhe permitem enfrentar os novos desafios dos seus clientes, nomeadamente os derivados da crise actual. Conhecendo todo o potencial da empresa e todo o valor  que podemos colocar no mercado nacional, acredito que 2022 será a alavanca necessária para que a PGL consolide a sua posição no mercado como pretende. Sabemos que podemos ser uma mais.valia, tanto no presente como no futuro, pelo nosso know-how, experiência e adaptabilidade para a expansão dos negócios nestes sectores de actividade”

 

 

“Estamos empenhados no desenvolvimento do nosso departamento de transportes”. Celso Oliveira.

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